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Pêndulo Cromatico Cone Virtual

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Um dos mais preciosos para os radiestesistas, oferecendo grande precisão.

Desenvolvido na França por dois renomados pesquisadores da radiestesia: M. André de Belizal e M. Chaumery.

Constituído de uma haste madeira com pontas cônicas graduada com as cores do espectro de forma. Possui também um disco de madeira que percorre a haste longitudinalmente, sendo preso por um pino.

Seu fio de sustentação deve possuir três nós, determinados pelo seu usuário em função de sua sensibilidade radiestésica.

Segurando no nó inferior, pode-se trabalhar com as energias biométricas, sintonizando a onda ou cor pessoal.

Segurando no nó intermediário, pode-se trabalhar com as energias ou ondas de forma de objetos em geral.

Finalmente, segurando-se no nó superior, pode-se trabalhar com as energias ou ondas de cor.

Pode ser aplicado também na Geobiologia (detecção de energias do solo), utilizando o segundo nó e graduando no V- da extremidade superior.

No caso do pêndulo de Cone Virtual, cada nó permite realizar uma mensuração com mais eficiência em três padrões energéticos distintos. Para o primeiro nó, biometria; para o segundo nó, as ondas de forma e, finalmente, para o terceiro nó, as ondas-cor. Lembrar que a expressão "ondas" é usada de uma forma coloquial.
Em radiestesia. tudo deve ser mensurado. Não basta a mera constatação de determinado fenômeno. E preciso poder quantificá-lo. Mas não é assim com as demais coisas com que lidamos no dia-a-dia? Imagine não medir a febre, o comprimento de um tecido ou a voltagem da energia elétrica que chega em nossa casa! Seria um caos, compadre! Um verdadeiro caos! As energias com que lidamos na radiestesia, vulgarmente chamadas de ondas podem ser mensuradas dentro da escala estabelecida por Chaumery/Bélizal e denominada de Espectro de ondas de forma, dividida em doze cores, a saber: do espectro visível: vermelho, laranja, amarelo, verde positivo, azul, índigo e violeta; do espectro invisível: infravermelho, preto, verde negativo, branco e ultra-violeta.
Se desejar saber mais sobre o assunto, leia nosso livro Radiestesia Clássica e Cabalística.
Achamos melhor mostrar todas as opções de pêndulos cromáticos para que o leitor possa comparar os instrumentos.
Cada um deles tem características específicas e demandam um manejar especial. O pêndulo de Cone Virtual era tido por seus criadores Chaumery/Bélizal como um excelente "instrumento de laboratório".
Da esquerda para a direita: pêndulo cromático Mindtron de António Rodrigues, pêndulo de Cone Virtual e pêndulo Universal, os dois de Chaumery/Bélizal, e finalmente pêndulo Equatorial Unidade de Jean de La Foye.
Os três componentes do pêndulo cromático de Cone Virtual: o pequeno bastão de pontas aguçadas apresenta uma face aplainada sobre a qual se inscrevem as doze vibrações do espectro de ondas de forma. Sobre o traço li mitante de cada cor, um estreito furo permite a inserção de um gancho de apoio para o disco. Nas duas extremidades temos o Verde Negativo, o inferior, indicando correntes de água telúricas nocivas e o Verde Negativo superior, indicando a nocividade de falhas ou cavidades subterrâneas.
O espectro de ondas de forma, tal como se apresenta sobre uma esfera. Sobre a circunferência representando o equador, temos o espectro em fase indiferenciada ou o espectro eletromagnético. Em cada um dos meridianos encontramos o espectro em fase elétrica naquele alinhado na direção lesteoeste e o espectro magnético no alinhamento norte-sul.
Insira o disco no bastão conforme indicado. Coloque o gancho no furo do V+. Quando na vertical, o disco se apoiará sobre ele sintonizando assim o pêndulo com a "onda" Verde Positivo. Esta é a única "cor" utilizada para a aferição do instrumento.
Segure o fio entre o indicador e o polegar, bem na ponta dos dedos, com as unhas bem alinhadas, a uns dois centímetros do topo do instrumento. Mantenha o pêndulo suspenso sobre a palma da mão li vre. Vamos detectar o V+ característico de todo o organismo vivo em boa saúde.
Faça uma laçada solta no fio, leve-a até o ponto encontrado anteriormente.
Chaumery/Bélizal tinham em tal estima este instrumento que o patentearam, em 1939.
O método de aferição aqui apresentado é aquele que consta nos manuais originais deste pêndulo, quando de sua comercialização entre os anos de 1960 e 1990 pela livraria Desforges, de Paris, detentora dos direitos de comercialização dos instrumentos de Chaumery/Bélizal.
Por ser uma operação muito delicada, recomendamos que seja repetida algumas vezes até se ter a certeza absoluta do resultado alcançado.
Deixe o fio escorregar por etapas, meio centímetro por vez e, demoradamente, verifique se o pêndulo entra em giro, indicando ter alcançado o ponto correto de suspensão.
Aperte ligeiramente o nó no ponto exato anteriormente encontrado.
Recomece toda a operação.
Caso encontre alguma diferença na altura, deslize o nó para o ponto desejado. Finalmente aperte-o.
O primeiro nó possibilita a medição em biometria, ou seja, medir a "onda" emitida por qualquer sistema vivo. Nossos livros Radiestesia Clássica e Cabalística e Os Gráficos em Radiestesia contêm tabelas para instrumentos variados com as indicações precisas sobre tais vibrações.
Uma vez que o pêndulo tenha entrado em giro, marque o ponto de suspensão com a unha e meça o comprimento resultante de fio.
Aqui temos o nó para medições em biometria. Este ponto de suspensão é imutável e válido para qualquer usuário.
Vamos agora encontrar o ponto para executar o segundo nó, o de "ondas de forma".
Coloque sobre a mesa uma réplica da grande pirâmide. Esta forma especial tem a particularidade de emitir do ápice para cima em V+.
Claro que para que tal aconteça é necessário que um dos lados do sólido esteja alinhado ou, melhor dizendo, de frente para o norte magnético. Por favor, não invente.
Para encontrar o norte use uma bússola.
Como no exercício anterior, suspenda o pêndulo a uns dois centímetros do topo do objeto em medição.
O terceiro e último nó, o de "ondas-cor", deve ser obtido sobre um pedaço de papel na cor verde, ou qualquer outro material cujo verde seja verde bandeira. Esta é uma cor média e bem indicada para o fim em vista.
Ao atingir o comprimento indicado de fio, o pêndulo de Cone Virtual entrará em giro.
Toda a execução do exercício é idêntica aos dois exercícios anteriores.
Marque cuidadosamente com um nó o ponto encontrado. Ele permitirá encontrar com precisão qualquer vibração dentro do espectro de "ondas de forma". Todas as formas ao nosso redor emitem. A mesa sobre a qual você está apoiado emite. O cômodo no qual você se encontra neste momento tem uma forma particular, o corredor anexo também, assim como o edifício que o abriga. Todas estas formas têm resultantes energéticas, mais ou menos boas, mais ou menos nocivas. Vamos medi-las! Este nó permite a detecção das cores visíveis. Sim, as do espectro luminoso. Podemos, portanto, detectar quais cores se encontram em falta ou excesso em determinado ambiente para um melhor equilíbrio cromático, e todas as demais aplicações típicas da cromosofia.
Esta técnica pode ser utilizada para a prática cromoterápica, levando em conta as limitações de cor do instrumento.
Não esqueça, em radiestesia tudo se mede. Use um comprimento de fio entre doze a quinze centímetros.
Lance o pêndulo para a frente enquanto formula a pergunta.
Lentamente o instrumento se desviará para o lado esquerdo ou direito.